Tema:
A gratidão surge quando Deus perdoa o pecado, acolhe o seu povo e enche o mundo com seu cuidado silencioso e generoso.
Tom:
Jubiloso e reverente.
Estrutura:
From worship in Zion, to mercy for sin, to God’s rule over creation, to a harvest-drenched doxology.
A Chamada
O salmo começa com uma quietude que soa como reverência: o louvor “espera” por Deus, e os votos estão prontos para serem cumpridos. A ação de graças começa aqui — não com excitação primeiro, mas com um coração reunido que sabe que Deus está próximo, ouve, é digno e já é Aquele para quem a oração naturalmente se volta.
A Reflexão
A gratidão se aprofunda quando o salmista nomeia o que torna a ação de graças honesta: a culpa é real, e o pecado pode pesar mais que a seca. Ainda assim, o centro do cântico não é a força humana, mas a misericórdia divina — Deus expia, Deus escolhe, Deus aproxima. Dessa proximidade do santuário, o horizonte se alarga: o mesmo Senhor que responde com “feitos terríveis” também aquieta mares bramidores e o tumulto dos povos. A própria criação torna-se testemunha de que o cuidado de Deus não é ocasional, mas sustentado — regando sulcos, amolecendo a terra, abençoando o crescimento. A ação de graças, então, não é mero otimismo; é o reconhecimento de que perdão e providência têm uma única fonte: a generosidade firme de Deus.
A Decisão
O salmo termina não em alívio privado, mas em abundância compartilhada. Campos, colinas, prados e vales são retratados como cantando — não porque o mundo seja ingênua ao sofrimento, mas porque Deus “coroa o ano” com bondade. A postura final é de gratidão ampliada: uma alma satisfeita na casa de Deus aprende a ver a terra inteira como sustentada, cuidada e plena pela sua mão.
A ação de graças do Salmo 65 repousa sobre dois pilares: expiação e provisão transbordante. Em Jesus Cristo, esses se encontram sem tensão. Ele é a resposta à confissão do salmo de que “as iniquidades prevalecem” — pois Ele carrega o pecado e traz a verdadeira purificação, para que o povo de Deus possa chegar perto com confiança. E o Deus que aquieta mares e supre a colheita revela o seu rosto mais claramente naquele que acalma tempestades, recebe os cansados e alimenta os famintos. A alegria do salmo na presença próxima de Deus ganha forma mais completa no evangelho: em Cristo, Deus não só nos convida aos seus átrios; Ele vem habitar conosco, fazendo da ação de graças não uma resposta sazonal, mas um modo de vida redimido.
O salmo diz que Deus “coroa o ano com a tua bondade” (v. 11). O verbo hebraico por trás de “coroa” (ʿāṭar) transmite a ideia de circundar ou adornar — uma imagem do ano sendo envolto por toda parte com o favor generoso de Deus. A provisão não é pintada como um único presente lançado no tempo, mas como uma bondade que envolve as estações do começo ao fim.
"Tu coroas o ano com a tua bondade; os teus caminhos destilam fartura." — Salmo 65:11
Responda as perguntas abaixo. Ao escolher uma alternativa, você verá o resultado e uma explicação.
1. O que o salmo descreve como 'esperando' por Deus no início?
2. According to the psalm, what does God do with the year?