Ensino central:
Jesus apresenta um aviso sóbrio: nem todo aquele que espera participar do reino será admitido quando o momento decisivo chegar. A parábola enfatiza que a prontidão para o Noivo (a vinda de Cristo) deve ser real, pessoal e mantida ao longo do tempo — especialmente porque sua vinda pode parecer demorada. A questão não é mero entusiasmo, associação com a festa de casamento ou correria de última hora, mas uma preparação sustentada que resiste à espera.
Elementos-chave ou Argumento:
O ponto da parábola é capturado pela conclusão de Jesus: “Vigiem, pois” — não por marcar datas com ansiedade, mas por uma prontidão fiel para uma chegada inesperada.
Nos costumes nupciais judaicos do primeiro século, celebrações podiam ocorrer à noite, e os participantes saíam com lâmpadas ou tochas para escoltar o noivo em uma alegre procissão. Como o horário podia ser incerto, ter óleo extra era uma necessidade prática — tornando o contraste da parábola (preparadas vs. despreparadas para a demora) imediatamente claro aos ouvintes de Jesus.
“Vigiem, pois, porque vocês não sabem o dia nem a hora.” — Mateus 25:13
Responda as perguntas abaixo. Ao escolher uma alternativa, você verá o resultado e uma explicação.
1. Qual foi a diferença principal entre as virgens prudentes e as insensatas na parábola?
2. Que frase resume a advertência final de Jesus na parábola?