Ensino Central:
Jesus não elogia a desonestidade do administrador; Ele destaca a astúcia do homem — sua ação realista e urgente diante de uma auditoria iminente. A parábola confronta os discípulos com esta questão: se “filhos deste mundo” agem com decisão para garantir seu futuro, quanto mais os “filhos da luz” devem agir sabiamente com as riquezas terrenas para o reino de Deus? A passagem aponta para a fidelidade: o dinheiro é uma ferramenta, não um senhor, e a maneira como é usado revela a verdadeira lealdade de alguém.
Elementos-chave ou Argumento:
Grandes dívidas mencionadas (óleo, trigo) refletem uma economia agrária em que “administradores” gerenciavam propriedades e contratos. As reduções do administrador podem envolver eliminar sua própria comissão ou renegociar termos para garantir boa vontade — de qualquer modo, o cenário pressupõe dependência social real de patronagem e hospitalidade, tornando seu plano socialmente “eficaz” mesmo que moralmente comprometido.
“Ninguém pode servir a dois senhores.” — Lucas 16:13
Responda as perguntas abaixo. Ao escolher uma alternativa, você verá o resultado e uma explicação.
1. Por que o administrador corria o risco de ser demitido pelo seu senhor?
2. Que axioma conclusivo Jesus apresenta sobre servir a Deus e ao dinheiro?