O Início:
Uma viúva clama a Eliseu porque seu marido, associado às comunidades proféticas, morreu deixando dívidas. Um credor está vindo para levar seus dois filhos como servos para saldar o que é devido, deixando a família em crise.
O Meio:
Eliseu pergunta o que ela tem em casa, e ela responde que só tem um pequeno frasco de azeite. Ele a instrui a pedir emprestado muitos recipientes vazios dos vizinhos, entrar em casa com seus filhos e derramar o azeite nos recipientes. À medida que ela vai derramando, o azeite continua a fluir até que todos os recipientes emprestados ficam cheios; quando não há mais vasos, o azeite para.
O Fim:
Ela relata o resultado a Eliseu, e ele diz para ela vender o azeite, pagar suas dívidas e viver com o que sobrar. O resultado imediato é a libertação do credor e provisão para a casa da viúva.
Este relato apresenta Deus como defensor dos vulneráveis, providenciando resgate para uma viúva que enfrentava a perda de seus filhos e do sustento. O milagre não é retratado como espetáculo, mas como misericórdia conformada pela aliança: Deus supre o necessário para preservar uma família dentro de Israel. Eliseu funciona como o agente profético de Deus, e a abundância de azeite enfatiza a suficiência divina — a provisão de Deus é eficaz, proposital e suficiente para reverter circunstâncias desesperadoras.
A servidão por dívidas era uma realidade no Antigo Oriente Próximo, e a lei bíblica tratava da proteção dos pobres e de limites à servidão dentro de Israel (cf. Êxodo 21; Levítico 25). O azeite de oliva era um produto básico doméstico — usado para alimentação, iluminação e comércio — tornando-o um meio prático de transformar provisão milagrosa em alívio econômico.
“Vá, venda o azeite e pague as suas dívidas, e você e seus filhos poderão viver do que sobrar.” — 2 Reis 4:7
Responda as perguntas abaixo. Ao escolher uma alternativa, você verá o resultado e uma explicação.
1. Por que a viúva clamou a Eliseu por ajuda?
2. Quando o óleo parou de fluir enquanto era derramado nos vasos emprestados?